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Laboratório Técnico: Provision an App Service plan

Questões

Questão 1 — Múltipla Escolha

Você precisa hospedar uma aplicação web em Azure App Service que deve escalar automaticamente com base na demanda, suportar até 20 instâncias e permitir a configuração de regras de autoscale personalizadas. Qual camada de App Service plan atende a esses requisitos?

A) Free (F1) B) Basic (B1) C) Standard (S1) D) Shared (D1)


Questão 2 — Cenário Técnico

Uma equipe implantou três aplicações web em um único App Service plan do tier Basic B2. As três aplicações compartilham os recursos computacionais desse plano. A equipe percebe que uma das aplicações consome muito mais CPU do que as demais, degradando o desempenho das outras duas.

Qual é a abordagem correta para isolar o desempenho das aplicações sem criar um App Service plan separado para cada uma?

A) Aumentar o número de workers no plano atual via configuração de scale-out manual. B) Mover as aplicações para tiers diferentes dentro do mesmo plano. C) Separar a aplicação de alto consumo para um App Service plan dedicado no mesmo Resource Group. D) Habilitar o recurso de "App Isolation" disponível no tier Basic.


Questão 3 — Verdadeiro ou Falso

Um App Service plan no tier Free (F1) e um no tier Shared (D1) ambos executam as aplicações em instâncias de máquinas virtuais dedicadas exclusivamente ao assinante, diferenciando-se apenas na quantidade de recursos de CPU e memória disponíveis.

Verdadeiro ou Falso?


Questão 4 — Cenário Técnico

Um desenvolvedor executa o seguinte comando para criar um App Service plan:

az appservice plan create \
--name meu-plano \
--resource-group meu-rg \
--sku B1 \
--is-linux

Em seguida, tenta implantar uma aplicação Web App criada previamente em um App Service plan Windows no mesmo Resource Group, associando-a a esse novo plano. A operação falha.

Qual é a causa mais provável da falha?

A) O tier B1 não é compatível com aplicações já criadas; é necessário criar uma nova Web App do zero. B) Um App Service plan Linux não pode estar no mesmo Resource Group que um plano Windows. C) O flag --is-linux exige que o tier seja Standard ou superior. D) Uma Web App criada em um plano Windows não pode ser migrada para um plano Linux.


Questão 5 — Múltipla Escolha

Ao comparar as opções de pricing tier de um App Service plan, qual característica diferencia exclusivamente o tier Isolated (I1) dos tiers Premium (P1v3) e Standard (S1)?

A) Suporte a deployment slots para ambientes de staging e produção. B) Execução da aplicação em um ambiente de rede completamente isolado (Azure App Service Environment). C) Capacidade de escalar horizontalmente para mais de 10 instâncias. D) Suporte a custom domains com certificados SSL.


Gabarito e Explicações

Gabarito — Questão 1

Resposta: C

O tier Standard é o primeiro que oferece suporte nativo a autoscale com regras baseadas em métricas (CPU, memória, fila de requisições) e permite escalar até 10 instâncias nativas, com possibilidade de expansão. Os tiers Free e Shared não permitem scale-out. O tier Basic permite scale-out manual, mas não suporta autoscale automático com regras personalizadas.

O principal equívoco representado pelos distratores é confundir "scale-out manual" (disponível no Basic) com "autoscale baseado em regras" (exclusivo do Standard e superior). Escolher B1 resultaria em ausência de escalonamento automático, exigindo intervenção manual mesmo sob picos de carga.


Gabarito — Questão 2

Resposta: C

No App Service, todas as aplicações dentro de um mesmo plano compartilham os recursos de CPU e memória daquele plano. Não existe mecanismo de isolamento ou priorização de recursos entre aplicações dentro do mesmo plano. A única solução real é mover a aplicação problemática para um plano separado.

A alternativa A é incorreta porque escalar o plano aumenta recursos totais, mas não isola o consumo entre aplicações. A alternativa B é inválida pois todas as aplicações em um plano obrigatoriamente usam o mesmo tier. A alternativa D descreve um recurso inexistente no tier Basic.


Gabarito — Questão 3

Resposta: Falso

Nos tiers Free e Shared, as aplicações são executadas em instâncias compartilhadas com outros assinantes (multitenant). Não há VMs dedicadas. A dedicação de instâncias começa apenas a partir do tier Basic. A diferença entre Free e Shared está nos limites de CPU por dia e na possibilidade de uso de custom domains (disponível apenas no Shared).

Esse é um ponto crítico de segurança e desempenho: aplicações em Free e Shared estão em infraestrutura compartilhada, o que implica vizinhança ruidosa e ausência de SLA de uptime.


Gabarito — Questão 4

Resposta: D

No Azure App Service, o sistema operacional (Windows ou Linux) é uma propriedade imutável da Web App. Uma aplicação criada em um plano Windows não pode ser associada a um plano Linux, pois o runtime e o modelo de execução são incompatíveis. Essa limitação é independente do tier ou do Resource Group.

A alternativa B é um equívoco comum, mas incorreta: planos Windows e Linux podem coexistir no mesmo Resource Group. A alternativa C também é falsa; o flag --is-linux é válido em qualquer tier que suporte Linux, incluindo B1. Escolher a opção B levaria a uma reorganização desnecessária de recursos sem resolver o problema real.


Gabarito — Questão 5

Resposta: B

O tier Isolated é o único que executa as aplicações dentro de um Azure App Service Environment (ASE), que é uma infraestrutura dedicada implantada dentro de uma Virtual Network do cliente. Isso oferece isolamento completo de rede, endereço IP dedicado de entrada e saída e conformidade com requisitos regulatórios rigorosos.

As alternativas A, C e D descrevem recursos disponíveis também nos tiers Standard e Premium, portanto não diferenciam o Isolated exclusivamente. O principal erro conceitual dos distratores é associar escala ou SSL ao isolamento, quando o diferencial real do tier Isolated é a topologia de rede dedicada via ASE.